terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Sete: O Fantástico Sr. Raposo, Wes Anderson (sem spoilers)


Olá, tudo bem?
Em um capítulo passado do La Petite Souris, eu mencionei que havia, finalmente, baixado o Netflix. Pois bem, eu estava procurando se tinha por lá alguns filmes que eu gostaria muito de assistir. Um deles era o Fantástico Sr. Raposo de Wes Anderson, filme que eu havia encontrado após ter assistido ao Grande Hotel Budapeste do mesmo diretor.
Nesse mesmo capítulo, eu falei sobre como me encantava o trabalho fotográfico de alguns filmes que eu assistia e como eu passei a procura-los justamente por conta desse aspecto. Isso aconteceu com Grande Hotel Budapeste. Após assisti-lo, eu fiquei horas suspirando pelo cuidado artístico de Anderson e, então, procurei se havia técnicas próprias que ele havia utilizado para filmá-lo. A minha surpresa foi encontrar um vídeo dos meninos do canal Os Bons Companheiros que explicava tudinho sobre as técnicas de filmagem tão específicas do Wes Anderson e assim, me apaixonei ainda mais pela obra do diretor.
Retirado do Bing
Foi aí que comecei a ler sobre seus outros filmes e quando vi que ele havia feito um filme inteiro em stop-motion, pronto, havia encontrada a perfeição da perfeição, hehe! Para quem não conhece, o stop-motion é uma técnica de filmagem que consiste em fotografar continuamente objetos (a cada segundo, 24 fotografias em poses milimetricamente distintas) até que saia um filme animado inteirinho. Sabe quando você desenha no cantinho da folha de caderno e depois folheia rapidamente as páginas? É mais ou menos assim que o stop-motion funciona!
Então, a primeira coisa que eu gostaria de falar sobre O Fantástico Sr. Raposo é que ele foi filmado com essa técnica. Mas, diferentemente dos stop-motions modernos, a exemplo de Coraline, Anderson foi rústico em suas filmagens. Assim, assistimos a um filme bem diferente, em que as imagens são um pouco mais truncadas e as posições das personagens mais orgânicas, deixando bem claro ao espectador a técnica utilizada.
Retirado do Bing
O filme conta a história de uma raposa (o Sr. Raposo) que, inicialmente, é um ladrão de galinhas. Contudo, ao ser capturado junto com sua mulher (a Sra. Raposa) em uma de suas empreitadas e descobrir que ela estava grávida, ele decide sossegar e arruma um emprego estável de jornalista na cidade em que mora. Mas, será que o seu instinto o permitirá a ter essa vida para sempre?
Baseado em um livro infantil escrito por Roald Dahl ( <3), o filme, entretanto, não possui um texto para as crianças. É claro que os pequenos podem assistir à história e se encantar com as personagens, porém, elas não conseguirão captar todas as mensagens do filme que são de busca por sua identidade pessoal e sacrifício.
Retirado do Pinterest
Outro ponto que me chamou a atenção foi a representação das personagens animais. Eles realmente tem características animalescas como o seu modo de comer e as suas brigas, o que confere ao filme uma característica singular, diferindo da habitual antropomorfização que vemos em Zootopia, por exemplo. As personagens são incríveis e representam as diferentes e especiais personalidades que os seres humanos possuem, além das relações e, apesar disso, ainda são animais, o que, volto a dizer, é belo.
Também destaco o senso de humor do roteiro, além, é claro, do trabalho visual de Wes Anderson.
Usando cores em tons pastéis, simetria e movimentos verticais e horizontais de câmera, o diretor insere o seu selo pessoal na história e a deixa linda.
Retirado do Pinterest
Recomendo a todos. Não vejo a hora de assistir a outros filmes de Anderson!
E você, mon ami? Já assistiu a fantástica aventura do sr. Raposo? Se sim, deixe nos comentários o que você achou da história, por favor.
Beijos açucarados.

sábado, 28 de janeiro de 2017

Seis: Os desenhos de Laurinha

Olá, tudo bem?
Esse conto foi escrito pela escritora argentina Laura Devetach, autora de muitos livros infantis e adultos de todos os gêneros: novelas, poesias, teatros e contos (como esse, aliás). Ela escreve seus livros com magia e amor. Em cada uma de suas poesias e de seus contos, percebemos palavras que respiram, sofrem, riem, dançam, se divertem e fazem piruetas...
Esse texto nos mostra que a imaginação é uma de nossas melhores amigas e que pode proporcionar a nós a alegria necessária para enfrentar as dificuldades da vida real. Espero que gostem!
Ilustração linda da julianarabelo.com
Os desenhos de Laurinha
"Vou fazer desenhos na parede", disse Laurinha um dia. Mamãe e papai haviam ido trabalhar cedo e ela, como sempre, se encontrava sozinha com Humo, seu gato cinza. Que lindo era fazer desenhos coloridos! Mas, Laurinha não tinha com o que pintar.
Gostava de pensar nesses lápis de cor que tinham algumas crianças. "Parecem de caramelo", ela disse para si, "Eu os comeria". Estava segura de que o vermelho tinha gosto de morango; o verde de menta; e o marrom de chocolate; e o amarelo de limão. E o preto? E o azul? Que gosto teriam? Talvez de doce de marmelo ou Coca-Cola.
Mas, agora somente tinha para fazer seu desenho um pedaço de giz que encontrou na rua, um cascalho vermelho e um carvão. Quando ficava sozinha, sobretudo nas manhãs molhadas e solitárias como aquela, fazia desenhos bonitos em uma das paredes da cozinha. Mamãe havia a presenteado e sobre a pintura descascada, velha e cheia de mofo, desfilavam patos bonitos, trens, barcos e bonequinhos.

E você? Gosta de desenhar também, assim como a Laura? Beijos açucarados.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Cinco: Uma Cinderella em Roma (sem spoilers)

Imagem retirada do blog Imaginação Literária
Salud, mes amis :)
Sabe, eu adoro assistir a filmes diferentes, principalmente aqueles que possuem uma fotografia bonita, mas também gosto muito de assistir à televisão. Foi em uma dessas ocasiões raras em que a TV nos apresenta um filme interessante que eu pude conhecer essa série italiana de 2011 denominada Uma Cinderella em Roma.
Apesar de não ser católica (eu sou kardecista. Quem sabe em um outro capítulo do La Petite Souris eu falo um pouco mais sobre a minha religião.), eu estava assistindo a um programa no canal Aparecida (Seja Bem-Vindo Romeiro :D) e foi quando eu conheci a série/filme. Deixe eu explicar melhor: na verdade, Uma Cinderella em Roma é uma série italiana composta por dois capítulos de mais ou menos uma hora e vinte cada, porém, o canal compilou em um filme para apresentar em sua sessão de quarta-feira.
Infelizmente, no dia, eu não consegui assisti-lo e eu fiquei bem chateada e encafifada com essa situação: oras, eu adoraria ver o filme! Foi assim que pesquisei no youtube se lá estaria o que eu gostaria de assistir, mas descobri que o filme era uma série, que lá não tinha, mas tinha no Netflix. Mas, na época eu não tinha Netflix!
Eita, só que agora eu tenho :)
Então, corri para assistir à série e eu digo para você, mon ami, foi uma das melhores coisas que já fiz!
Imagem retirada do blog Imaginação Literária
A série conta a história de Aurora, uma menina de treze anos que adora a música. Sua mãe era uma pianista estadunidense excelente e o seu pai, um  maestro italiano de muito prestígio na região e juntos, eles compuseram uma música no piano linda para a filha que ia nascer. Porém, a mãe de Aurora morreu no parto, apesar de que isso não impediu que o seu pai a educasse com todo o amor.
Em um dia, quando Aurora já era uma menina de treze anos, o seu pai se casou novamente com a governanta da casa da família. Dias depois, a menina encontrou o seu primeiro e verdadeiro amor, o seu vizinho, um príncipe europeu sensível e adorável que a apresentou ao livro O Príncipe Feliz de Oscar Wilde.
Infelizmente, o pai de Aurora faleceu no mesmo dia. A partir daí até os seus 21 anos, quando tornar-se-ia independente , sua história passa por muitas provações difíceis e segredos tortuosos, até que ela perceba que o essencial é a sua personalidade verdadeira.
Imagem retirada do blog Imaginação Literária
A história da Cinderella sofreu uma repaginada muito benéfica pela série. A história se passa na Itália dos anos 1950, o que confere a ela visuais lindos, o que me agradou muito, além de provar que é possível se encontrar o amor verdadeiro (de diferentes formas) no mundo real.
Os personagens são muito fiéis a realidade, as motivações são críveis, mesmo que às vezes não concordemos com elas, e o meu destaque vai para os amigos de Aurora e também para o pano de fundo do início da televisão que encontramos na série.
Recomendo a todos que gostam da magia na vida real, assim como eu :)
Beijos açucarados.
PS: se você já assistiu a série, conte-me o que achou, por favor!

sábado, 21 de janeiro de 2017

Quatro: Como se desenha uma paisagem?

Esse poema foi escrito pela poetisa espanhola Gloria Fuertes, considerada em seu país como a poeta das crianças. Eu o li quando tinha onze anos e, recentemente, revirando as minhas caixas de tranqueiras que estavam acima do meu antigo guarda-roupas, tive a oportunidade incrível de o reler e pensei que vocês também gostariam de encontrar esse poema fofo no caminho de vocês, por isso aqui estou compartilhando-o.
Desejo que gostem :)
Como se desenha uma paisagem?
                                Uma paisagem que teria de tudo,                           
se desenha deste modo:
Umas montanhas,
um pinheiro,
acima o sol,
abaixo um caminho,
uma vaca,
um camponês,
umas flores,
um moinho
a galinha e um coelho,
e por perto um lago com um espelho.
Agora você põe as cores;
A montanha de marrom,
o astro sol amarelo,
colorido o camponês,
o pinheiro verde,
o lago azul
- porque é o espelho do céu como você-,
a vaca de cor vaca,
de cor cinza o coelho,
as flores...
como você quiser as flores.
De sua caixa de pintura
usa todas as cores!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Três: O teto do dia a dia

Olá, tudo bem?
Você já parou para olhar o céu hoje? Esse é um hábito que integrei aos meus dias desde que comecei a acordar mais cedo por conta do ensino médio e, ano passado, quando fiz cursinho, não o deixei de lado, mesmo que acordasse um pouco mais tarde do que nos três anos anteriores.
Olhar o céu é algo realmente intrigante.
Percebi a esfericidade terrestre assim que o olhei. O céu é uma representação das abóbadas clericais (ou melhor, as abóbadas são a sua semelhança) e condensa em si todo o louvor da força maior em sua volumosa leveza gasosa.
Percebi também a forma de palco que o céu possui. Um palco para os raios solares refletirem sua essência multicolorida, emitindo os tons belos que são todos filhotinhos do branco terno, brincando de iluminar a vida dos habitantes do planeta Terra. Um palco para as nuvens dançarem músicas diversas, aquela que os clarins estiverem tocando na hora, para assim agradecerem por sua formação e se prepararem para se transubstanciarem em chuva. E a chuva? Ah! Pontinhos de vida liquefeitos que pingam na natureza e fazem tudo crescer, sair da terra para olharem para o céu finalmente.
Ao olhar para o céu, também percebi o quanto ele era belo e como poderia ser o modelo perfeito para uma fotógrafa amadora assim como eu. Por isso, comecei a registrar as suas melhores poses, as suas melhores feições em dias em que ele se produzia com o melhor de seus atributos.
Sugiro, portanto, que vocês parem agora de ler esse post e olhem para a janela de casa (ou, se você estiver lendo o blog pelo celular, olhe para a janela de onde você estiver ou mesmo levante a cabeça) a fim de ver o céu do dia. Mesmo que ele estiver acinzentado, mesmo que estiver chovendo na hora, o céu oferecerá a você o melhor que ele puder. Mostrará a violência da vontade de viver em raios e trovões, mostrará a alegria brincalhona em nuvens de algodão doce, mostrará a serenidade da sabedoria em pores do sol, enfim, mostrará a natureza em sua forma mais pura, a qual deve servir de inspiração pra todos nós.
Está esperando o que, mon ami? Não pense ser algo bobo-alegre (lembro-me sempre do filme do Bob Esponja quando digo essa frase) olha para o céu, não. O otimismo e a alegria de viver está nos pequenos detalhes e o céu, apesar de abranger o mundo, é finito e mutável, precisando, pois, de ser apreciado a todos os momentos.
Beijos açucarados.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Dois: Você conhece o trabalho de Beatrix Potter?

Olá, tudo bom?
O nome Beatrix Potter talvez lhe pareça familiar, não é mesmo?
Pois bem, a senhora Potter é uma das maiores ilustradoras que já existiram. Além de desenhar coisas lindas, ela também escreveu livros, dentre os quais o mais famoso é Peter Rabbit, a história de um coelhinho peralta que adora se aventurar pelas terras do sr. Gregório e é o protagonista de uma série animada da Nickelodeon.
A ilustração acima mostra o senhor Gregório e Peter. Imagem retirada do Bing.

Nesse capítulo, eu irei mostrar um pouco de sua vida, a pessoal e a profissional, em que a senhora Potter mostrou-se ser uma mulher de fibra a frente de seu tempo, a Inglaterra do século XIX.
Nascida em 28 de julho de 1866, Beatrix Potter cresceu em uma família rica dona de uma fazenda de algodão, produto importante para o comércio inglês a época. Recebeu uma educação vitoriana em casa, assim como seu irmão Bertran, seis anos mais novo do que ela.
Beatrix e seu irmão, Bertran, em 1878. Foto retirada do site http://www.peterrabbit.com/

Os irmãos costumavam brincar com vários animaizinhos que habitavam a fazenda de seus pais e os arredores, dentre eles ratos, coelhos, um ouriço e alguns morcegos. Também colecionavam borboletas e outros insetos que estudavam.
Quando tinha nove anos e Bertran foi estudar fora, a menina Beatrix, tímida e sem muitos amigos, teve em seus bichinhos a companhia necessária para alegrar os seus dias. Passou a desenhá-los e, dessa maneira, desenvolveu o seu talento que tanto apreciamos até hoje.
O seu interesse pela ilustração foi também gerado por suas leituras. Fã de contos de fada, fábulas e mitologia clássica, além de ela e sua família apreciarem muito o trabalho de Joel Chandler Harris em Compadre Coelho, a jovem estudou arte e história natural, dando-lhe muito conhecimento teórico.
Foto retirada do site http://www.peterrabbit.com/

A senhora Potter começou a ilustrar histórias clássicas como Cinderela e Chapeuzinho Vermelho, mas, em seus trabalhos, havia muitos dos seus animais de estimação. Na década de 1890, ela e seu irmão passaram a vender cartões ilustrados para datas comemorativas como o Natal a fim de ganharem algum dinheiro. Os registros mais ilustres, entretanto, vem das cartas que Beatrix enviava aos filhos de seus amigos. Nessas cartas, ela desenhava muitos animaizinhos e, entre elas, iniciou-se o seu livro mais famoso, The tale of Peter Rabbit, que já comentei acima.
Foto retirada do Bing
Seus desenhos fizeram muito sucesso. Nesse período de tempo, ela foi contratada para ilustrar contos e poemas de livros de seus conterrâneos e contemporâneos, porém sua relação com as editoras britânicas para publicar o seu próprio livro foram díspares. Assim, reuniu dinheiro e editou por si mesma 250 cópias das aventuras do coelhinho Peter. Em 1902, após a mudança de formato da sua história de conto para poema, de ter encontrado uma editora que se interessasse por sua história (Frederick Warne & co) e de ter auxílio de um colega de família, o livro da senhora Potter decolou e vendeu mais de 20000 cópias.
Foto retirada do site http://www.peterrabbit.com/

Astuta, a senhora Potter patenteou o seu personagem principal e produziu livros de pintura, jogos de tabuleiro, papel de parede, cobertores de bebê e conjuntos de chá com o rosto de Peter em 1903. Publicou mais de 20 livros ilustrados, os quais são apreciados e lidos até hoje em pleno século XXI.
Beatrix demorou para se casar, o que não era bem visto por sua família que desaprovava a mulher se sustentar sozinha apenas pela venda de seus livros. Ficou noiva de seu editor, mas, tragicamente, ele faleceu vítima de leucemia aos 37 anos. Assim, a senhora Potter só se casou aos 47 anos com um procurador, William Heelis, e não teve filhos, algo ruim para uma família burguesa que não poderia ter vários herdeiros para manter suas propriedades.
Ilustração do coelho modelo para a criação de Peter. Foto retirada do site http://www.peterrabbit.com/

Apesar disso, a senhora Potter foi extremamente feliz em seu casamento, que durou trinta anos, e ajudou o seu irmão a educar suas sobrinhas. Faleceu em 1943 vítima do agravamento de pneumonia. A sua história foi contada pelo diretor Chris Nooman em 2006 no filme Miss Potter.
Foto do filme Miss Potter, 2006. Retirada do Bing.

Abaixo, a última fotografia de Beatrix Potter.
Foto retirada do site http://www.peterrabbit.com/

Eu adoro o trabalho da senhora Potter e muito me alegrará quando eu comprar um de seus livros. Eu ainda não os tenho e com toda a certeza fazem parte da minha lista de desejos literária! A seguir, colocarei algumas de suas ilustrações que são as minhas preferidas :) Todas são retiradas do site do Bing.

Vocês gostaram do trabalho da senhora Potter? Pois não deixem de assistir ao filme, comprar os seus livros e também os produtos de sua linha. O site para encontra-los é http://www.peterrabbit.com/
Obrigada por ler até aqui, mon ami.
Beijos açucarados.



domingo, 15 de janeiro de 2017

Um: Um pouco sobre mim

Fonte da imagem acima: http://twobadmice.com/

Olá, tudo bem?
Talvez vocês já tenham visto o meu rosto alguma vez nesse mundo particular da internet e quero dizer-lhes que possuem toda a razão! Esse não é o meu primeiro blog, já tive vários e vários, mas pretendo que seja o último. Por que?
Bom, primeiramente, porque gostaria de, pela primeira vez, construir algo duradouro. Um canto só meu, algo como o meu jardim secreto, mas que você poderá acessar sempre que quiser, pois aqui permitirei.
Os meus outros blogs sempre possuíram uma temática, pois assim imaginava que ele faria mais sucesso por fazer parte de um universo específico. Percebi que era bobagem: além de eles não terem nenhum seguidor em especial, eu notei que não gostava de me sentir presa a um gênero, gostaria de escrever sobre tantas coisas de que gostava, porém o tema do blog não me ajudava e, dessa maneira, fechei-os todos.
Este blog agora, este mesmo que você está lendo neste exato momento, não irá seguir um gênero em especial. Será um blog sobre mim, La Petite Souris ou, em português que tanto amo, A Ratinha. Esse apelido, recebi desde que nasci dos meus pais, pois sou pequenininha (tenho 1,50m de altura e 18 anos), com variantes adjetivas como "ratinha véia", "ratinho preto", "ratinho branco" (na verdade, o mais correto seria a mistura dos dois, "ratinho caramelo" hahaha), etc.
Quando estava decidindo o nome do meu blog duradouro, pensei em algo que me definisse e fizesse parte de mim, por isso escolhi o La Petite Souris. Além de ser o meu apelido desde bebê, também sintetiza características marcantes da minha pessoa como a paixão por livros (lembra-se de "rata de biblioteca"?), o amor por jardins (roedores vivem em pradarias), a baixa estatura e a fofura (os camundongos são muito fofinhos. Aliás, não estou me gabando de nada! A primeira coisa que as pessoas me falam quando me veem é "Nossa, você é muito fofa").
Eu espero de coração que você se identifique comigo e com o meu jardim/blog particular. Eu me esforçarei ao máximo para fazer postagens interessantes, mas deixo claro que escrevei sobre as coisas que eu amo, portanto, se você se afeiçoar por tudo o que preenche o meu coração, seja muito bem vindo!
Tudo de bom, mon ami!
Beijos açucarados <3