sexta-feira, 24 de março de 2017

Vinte: A fenda temporal e o sarau faérico

Ilustração de Racey Helps
Bonjour, mes amis!
Sim, eu sei que eu sumi por um bom tempinho (mais ou menos duas semanas) e que o blog ficou congelado no tempo, preso em uma fenda temporal que dá voltas e voltas em torno de flores e cidades do interior de São Paulo, contudo, quero me desculpar agora por isso.
Felizmente, assim como anunciei para vocês em capítulos anteriores do La Petite Souris, eu ingressei na universidade nesse ano, faço jornalismo pela manhã na USP. A experiência está sendo bem impactante no meu universo particular, pois os novos caminhos que o início da vida adulta traçam em meu coração são cheios de novas pessoas a se conhecer; matérias e modos de dá-las diferentes do que eu estava acostumada; um lugar ENORME, GIGANTESCO a ser explorado e aproveitado; um caminho longo que corta a cidade de ponta a ponta, enfim, diversas coisinhas singulares em si mesmas e que, a cada dia, fixam-se em mim e me transformam de uma maneira boa.
Por conta dessa virada grandiosa em minha rotina, o blog se distanciou dos meus objetivos diários principais e eu peço desculpas aos que o acompanha sempre. Prometo que, em finais de semana, deixarei matérias prontas para serem liberadas às terças e sábados como era de costume e que o Facebook será a coluna sustentadora do nosso diálogo, ça va?
Enquanto escrevo esse capítulo, tenho a sensação de participar de um sarau faérico em meio às florestas por conta das músicas lindas que a senhorita Michelle, dona do blog Daughter of the Woods, compôs. Recomendo a todos para, quando terminarem de ler aqui, abram a janela para a delicadeza da voz dela :3
Por enquanto é isso, mes amis. Desejo a todos uma semana maravilhosa!
Beijos açucarados.

sábado, 11 de março de 2017

Dezenove: Flores da Serra

Salud, ça va?
Como o último capítulo foi bem grandinho, pois tive que explicar também o nosso passeio de aniversário, além de colocar as fotos que tirei dos lugares de Serra Negra, decidi fazer um capítulo a parte para as flores lindas que encontrei no interior de São Paulo.
Algumas fotos podem ser encontradas no meu Instagram (@brunadisero), aquelas que não foram compartilhadas aqui com vocês, mes amis, pois a posição da câmera do celular não ficou favorável para deixar o capítulo esteticamente bom.
Se vocês sabem o nome das flores que aqui colocarei, adoraria que me dissessem, porque eu sou a maluca das flores que só sabe fotografá-las e nem pesquisa o nome delas... Que vergonha!
 Flor vermelha para espalhar amor por aí.

 Ai, Sol enxerido!

 Comuns, mas lindas do mesmo jeitinho.

 Uma cascata vermelha.

 As plantas também são lindas para serem fotografadas, não é? Essa confusão de beleza e cores foi registrada em Lindoia.

 Olha as gotas de chuva banhando a margarida acima, que amor.

 Fiquei tão contente por fotografar o insetinho dentro da flor, polinizando-a!

Eu adoro flores que ficam nas árvores. Essa amarela está na unidade Serra Negra.
Vocês gostam de flores? Eu as amo!
Beijos açucarados.

terça-feira, 7 de março de 2017

Dezoito: A candidata serrana para ser o meu lar

Bonjour, mes amis!
Ontem foi o meu aniversário de 19 anos e, como essa data especialíssima para mim caiu em uma segunda-feira, eu e meus pais decidimos comemorar mais um ano de vida no sábado passado, dia 04. Fomos em um lugar que conquistou o meu coração em julho do ano passado, nas férias de inverno, a cidade do interior de São Paulo chamada Serra Negra, conhecida por ficar no Caminho das Águas, pois é pertinho de Águas e de Lindoia.
Quando eu fui lá pela primeira vez, não conhecia nada e me encantei pelo clima interiorano, pelas lindas lojinhas e casas, pelo ar menos poluído em comparação a capital e pelos vasos de flores que enfeitam a fachada das residências serranas. Então, em 2017, quando eu precisava decidir para onde ir no meu aniversário, não pensei duas vezes e escolhi Serra Negra!
Essa placa foi encontrada em um bookcafé da cidade. Eu me apaixonei logo que a vi e então tirei foto.
Mas, não fomos para lá diretamente, não! Primeiro passamos na AFPESP de Lindoia matar a saudade desse cantinho maravilhoso. Era de manhã, porém, já sentíamos o cheiro do almoço sendo preparado e, confesso, minha boca se encheu de água! Passeamos por lá, visitamos a fazendinha e eu tirei muitas fotos de flores (que ficam para outro capítulo), ou seja, foi tudo muito bom.
Então, seguimos para a AFPESP de Serra Negra, pois nunca fomos lá e queríamos visitar. Os prédios do hotel eram bem mais bonitos do que eu imaginava, nos deu vontade de se hospedar já, mas deixamos a exploração para quando de fato nós ficássemos hospedados.
Essa é a Boneca. Ela é uma égua nova que foi comprada para a unidade de Lindoia e já estava bem a vontade com o seu novo lar, como vocês podem observar, hehehe.
A unidade de Serra Negra é assim! Tanto em Avaré quanto em Lindoia, nós ficamos hospedados em chalés, então os prédios de Serra Negra são novidades para a gente. Em um futuro não tão distante, com toda a certeza, aproveitaremos esses apartamentos.
Como já estava terminando a manhã, partimos para o centro de Serra Negra e, ah, que alegria foi! Eu adoro ver as lojas, o que foi a nossa primeira atividade. A cidade é repleta de bancos fofos para as pessoas que estão fazendo compras se sentarem e descansarem, além de postes de luz com vasos de flores na ponta e carrinhos com bichos de pelúcia dentro para as crianças darem uma volta na praça principal.
As fotos abaixo, eu tirei no ano passado, mas valem pela viagem desse ano, já que fomos na Casa dos Ursos novamente. Essa é uma chocolateria tradicional de Serra Negra e que funciona como ponto turístico, pois a decoração é lindinha. A fantasia nos informa que são os ursinhos que preparam os chocolates artesanais vendidos lá, chocolates deliciosos e com sabores bem diversificados que me fizeram voltar quando tive a oportunidade.

Outro ponto turístico de Serra Negra é o Teleférico que leva as pessoas para o Cristo Redentor da cidade. Para entrar, nós temos que passar por uma praça com muitas lanchonetes e que também fica perto da Rodoviária. Ficamos por lá mesmo, porque achamos o preço do Teleférico caro para ser um carrinho de uma pessoa só (15 reais), porém, foi adorável sentar, descansar e ver os moradores se divertirem no sábado de sol da cidade.
Detalhes da Pracinha do Teleférico.
Depois fomos às compras! Ewee! Comprei chips de provolone que são bem mais baratos lá do que aqui na capital, chocolates da Casa do Urso e visitamos o mercadinho (adoro mercadinhos) para comprar água. As compras migraram de Serra Negra para Lindoia e então, cansados e com fome, fomos para Bragança Paulista para comer um lanchão de linguiça tradicional da cidade e então voltar para São Paulo.
O passeio foi incrível, muito adorável, o sol contribuiu muito para as fotos ficarem lindas e para nos divertirmos bastante. Com certeza esse dia ficou guardado para sempre em meu coração e fez com que o Jogo do Contente fluísse sem que eu me esforçasse para isso.
Obrigada por ler esse capítulo alegre e agradecido.
Beijos açucarados..

sábado, 4 de março de 2017

Dezesseis: A tranquila felicidade

Bonjour <3
Essa é a semana do meu aniversário e estou muito muito muito contente por isso! Estou radiante, essa é a verdade, mes amis!
Nesse ano, o meu aniversário, 6 de março, vai ser em uma segunda-feira e eu adorei, pois será o meu primeiro dia de aula na faculdade (jornalismo na USP) e eu também gosto de segundas, porque acredito que elas representam o início de novas jornadas e aventuras, experiências e conquistas, o início de muita felicidade!
E falando em aventuras, uma que eu tive no ano passado me marcou muito: a minha viagem para a cidade de Avaré no interior de São Paulo. Eu já havia ido para o interior do meu estado quando eu era pequenina, nós íamos sempre para Biritiba Mirim em uma colônia mágica de chalés que possuía a melhor ponte que eu já encontrei na minha vida, porque ela era recheada de plantinhas carnívoras, as quais foram as minhas colegas de bagunça, já que eu não parava de passar o palitinho nelas só para vê-las se fechando. Ok, não é uma coisa muito ecológica, mas eu era apenas uma criança... Né?
Depois dessa época, as minhas viagens se concentraram na praia (Grande e Mongaguá) e eu desenvolvi um amor bem grande por lá. Adoro ficar ressecando dentro do mar, gosto de comidas de praia (apesar de que eu desenvolvi alergia a camarão, o que me deixou arrasada quando descobri na páscoa de 2016) e de passear pela orla da praia colhendo conchinhas e soltando-as depois.
Não ia para o interior há anos! E, quando no ano passado meus pais me disseram que iriamos para Avaré, eu pulei de alegria por essa novidade. Adoro viajar e gosto muito do trajeto no carro, o momento em que eu xereto as estradas do Brasil a fora, haha.
Bem, chegamos e a primeira coisa que me encantou foi a construção da casa em que ficaríamos. Ela era linda por fora e por dentro também com um quarto, uma sala bastante espaçosa e um banheiro grandinho, além de um dossel de plantas na garagem e um banquinho por fora.
Mas, como nós somos bem agitados quando viajamos, não paramos muito nessa casinha e fomos visitar a cidade (que ficava bem longe do hotel). Avaré é uma cidade linda, bastante bucólica, dona de casas grandes e muito bonitas e lojas chiques.
Lá, planta-se bastantes coisas como eucalipto e laranjas, foi o que o moço nos disse quando estávamos a caminho de outra cidadezinha próxima, onde Tonico e Tinoco nasceram e que ficou famosa por sua loja de couro.
Olha eu posando...                                                                 




Fomos em fevereiro, o que significa época de bastante calor aqui no sudeste. Por isso, a maioria de nossas fotos são compostas por mim, vermelha e com regatas e shortinhos, tentando enxergar pelo meu óculos sem anti-reflexo que refletia toda a luz solar do interior.
Aproveitamos bem a piscina do hotel, porque percebemos que, apesar de lindinha, a cidade de Avaré não era muito turística e estava demasiado longe de onde a gente dormia.
Foi maravilhoso! Estava tão quentinho que íamos para a piscina a tarde depois do almoço e só saíamos para tomar banho para a janta.
As comidas de lá eram bem gostosas, porém, o cardápio se resumia aos peixes de todos os tipos das redondezas...
A noite fazia calor também, o que me permitiu usar vestidos (<3) para ir jantar. Eu me sentia bem chique por isso, hehehe.
Em Avaré, havia uma fábrica de doce de leite que era bem conhecida por exportar sua produção pro estado todo e fomos lá comprar alguns docinhos. Hmm, que delícia de passeio que foi aquele!
Também aproveitei para tirar fotos de lá, já que a decoração era lindinha.

E, claro, eu não poderia deixar de registras as lindas plantinhas que encontrava por lá. Aliás, foi nessa viagem que eu desenvolvi firmemente essa paixão e comecei a me dedicar de verdade nas fotos que eu tirava.
Como era campo, o ar estava despoluído e possibilitou a criação de cogumelos e líquens, além de flores coloridas que enchiam a minha vista de gosto. Também havia por lá um lago gigantesco, em que podíamos pilotar barcos e nadar também, porém o mais legal é que estava repleto de peixinhos!
Na colagem, há também uma foto minha com meu cabelo antigo. Estava curto, mas agora está bem bem mais! A foto do gnomo de jardim foi uma das que eu mais gostei, pois me lembra um livro que li na mesma época.
Olha as casinhas de fadas aí gente!

A viagem a Avaré foi maravilhosa e me deixou bastante contente, apesar de triste, pois me deixou com saudades de lá na volta para a casa. Com toda a certeza eu voltaria para lá, já que me encantei com a tranquilidade do hotel e com o ar bem interiorano da cidade.
Vocês já foram para lá? Se sim, adoraria saber o que você achou de Avaré!
Beijos açucarados.